Conselhos para uma boa fermentaçao maloláctica

Por esta altura, os vinhos terminaram a fermentação alcoólica e se dispõem a realizar a denominada segunda fermentação: a fermentação maloláctica.

Actualmente, em função do tipo de vinho a comercializar e da sua estrutura, podemos diferenciar entre dois tipos de fermentação maloláctica: em depósito ou em barrica.

Sempre se pensou que para desfrutar de um vinho de êxito é o enólogo quem deve controlar todo o processo de elaboração. Antes do início da fermentação alcoólica, em 99,9% dos casos estou certo de que é assim. A correcção do mosto com sulfuroso, a correcção da acidez total em função do grau alcoólico, pH, a quantidade de málico, etc. Na altura de realizar a fermentação maloláctica: quem controla quem? Digo isto porque cada enólogo tem um critério distinto para um mesmo objectivo e penso que isso não deveria ser assim. Uma vez feita a fermentação alcoólica todos se questionam: manterá o meu vinho esta fruta depois da maloláctica? Ficará a madeira bem integrada com a fruta do vinho, dando complexidade depois da maloláctica em barrica?

As respostas a estas perguntas deveriam estar no nosso “know-how”, é por isso que não podemos obter o mesmo resultado trabalhando um vinho turvo ou um vinho abaixo de 200 NTU, um vinho limpo de 45 IPT ou um vinho limpo de 70 IPT, ou um vinho de pH 3,5 ou um vinho de pH 3,7. Ainda assim, não é o mesmo trabalhar com um depósito grande que com um depósito pequeno, ou uma barrica nova ou uma de terceiro ano. Há muitas diferenças mais, mas deixo-as para que vós as considereis.

A maloláctica em depósito

Para começar, uma vez desencubado o vinho, é importante realizar um pequeno choque térmico para precipitar todos esses compostos que tornam o vinho turvo. Devemos recordar que as borras absorvem cor e fruta no tempo e cedem aroma vegetal ao vinho. Se vamos misturar a prensa com a gota para aumentar a estrutura, antes de misturar, devemos limpar o vinho. No caso de depósitos muito grandes, é importante centrifugar ou filtrar por um filtro de prensas. Este processo elimina a maioria das leveduras, assim como as brett (desenvolveremos este tema noutro post) e não repercute sobre as bactérias lácticas.

Por outro lado, é necessário conhecer analiticamente o vinho para fazer os ajustes necessários, especialmente quanto à acidez e ao pH. As antocianas possuem um ião flavilium que é mais reactivo a pH ácido e portanto, favorece a estabilidade da matéria corante. Devemos corrigir o pH em função do destino desse vinho: jovem ou de estágio. Não podemos esquecer que após a maloláctica este aumenta entre 0,15 e 0,25 décimas, em função da quantidade de málico e de potássio.

Também é necessário interpretar o tipo de taninos (verde, duro ou seco) mediante a prova. Em função destes poderemos conhecer a evolução de um vinho e a sua estabilidade no tempo, seja em barrica, em depósito ou em garrafa. Devemos saber que o estágio de um vinho não é melhor quanto mais tanino tiver, mas pela estrutura molecular do tanino e da sua harmonia.

Para isto podemos apoiar-nos na micro-oxigenação, uma ferramenta que nos ensina a conhecer o interior de um vinho e as diferentes fases da polimerização tanino-antociana, mas principalmente ajuda-nos a definir o estilo de vinho que queremos comercializar, seja este jovem ou de estágio.

É necessário ter cuidado com o vazio no depósito, devendo-se encher toda essa superfície de carbónico para não perder o aroma frutado. Uma quantidade de oxigénio de maneira descontrolada no depósito acumularia uma grande quantidade de oxigénio dissolvido no vinho, perdendo frescura e fruta.

A maloláctica em barrica

Aqui poderíamos assinalar dois tipos de tendências:

Por um lado, encher as barricas de vinho e deixá-las até ao início da maloláctica em salas climatizadas a uma temperatura constante para facilitar a mesma, ou simplesmente enchendo as barricas e deixando que a fermentação ocorra na Primavera quando aumentar a temperatura da sala.

Por outro lado, realizar a bâtonnage até ao início da maloláctica. Não é uma questão de decidir que técnica pode ser melhor, mas devemos conhecer os requisitos mínimos para o êxito de qualquer uma delas.

No caso de realizarmos a bâtonnage para extrair uma maior quantidade de polissacáridos e de manoproteínas das borras, se previamente não estabilizamos as borras por separado, estas tendem a absorver cor do vinho. Este ponto é muito relevante, porque não é o mesmo perder 2 pontos de cor num vinho de 20 que num de 10.

Além disto, é interessante saber que na barrica, devido às suas dimensões, há um imediato efeito clarificante do vinho, turbidez inferior a 150 NTU. Este facto facilita a polimerização tanino-antociana e portanto, estrutura o vinho graças ao doseamento constante de oxigénio da barrica (0,5-1 ml/l/mês). Também há uma adição de elagitaninos da barrica nova, o que facilita por copigmentação a sua estabilidade. Devido a esta reacção, pode ser interessante estruturar o vinho e depois realizar a bâtonnage já que as borras em suspensão inibem estruturar o vinho. Não podemos pintar a casa sem primeiro termos levantado as paredes.

A barrica nova absorve muito vinho, o vazio que fica oxigena em excesso e perdemos muita fruta. Antes disto, devemos atestar cada dia ou dois dias essa falta de vinho. Há que ter cuidado de não o fazer com outro vinho que não tenha a maloláctica feita.

No momento de encher as barricas devemos ter em conta a temperatura inicial e a da sala das barricas, já que se não forem iguais podemos ter problemas de transborda de todas as barricas.

O resto dos parâmetros deve ser controlado tal como na maloláctica em depósito.

Sorte a todos e lembrem-se: depois da maloláctica, trasfegar e sulfitar

Etiquetas: , , , ,

37 Respostas a “Conselhos para uma boa fermentaçao maloláctica”

  • francisco Says:

    hola,yo hago vino de forma particular consumo propio,soy de un pueblo al sur de leon,este año compre uva en valbuena de duero.nosotros hacemos el vino como antes en bodega bajo tierra y todo el proceso en barrica,la temperatura en esta epoca suele estar entre 8 y 10 grados y en primavera sobre 15,es temperatura suficiente para realizar la malo?.te agreceria de corazon q me dieses algun consejo para hacer un vino bueno.un saludo y estas invitado a tomar un vino en mi bodega

  • David Says:

    Hola,

    podrias desarrollar un poco mas el concepto de “estabilizar las lias”?

    Yo en mi caso suelo trasegar el vino tinto 24h tras la FA y un segundo trasiego 24h despues. Despues cada 2-3 dias saco del fondo del deposito una muestra para ver el estado de las lias. En caso de que desarrollen aromas reductivos vuelvo a trasegar el vino. La verdad es que no se muy bien si estoy moviendo demasiado el vino pero el miedo a olores reducidos me hace actuar de esta manera. Por eso me gustaria saber un poco mas de como debo tratar las lias para poder trabajar con ellas y conseguir asi mas un vino con mas estructura y untuosidad.

    Gracias

  • Iñaki Says:

    Hola David,

    Adjunto el protocolo de la estabilización de las lías. Cuando hablamos de la estabilidad de las lías nos referimos a eliminar esa capacidad reductora de las mismas. Esto puede llevar aproximadamente un mes

    Procedimiento de estabilización y trabajo de las lías en vinos tintos.

    1. Recoger las lías provenientes de las cubas más sanas, afrutadas y concentradas notablemente en antocianos.
    2. Después de descubar esperar 24-48 horas y recuperar las lías siempre entre F.M.A. y F.M.L., y si es posible tamizar.
    3.Sulfitado masivo de 10 a 15 g/hl y acidificación de 300 a 400 g/hl (efecto inhibidor de Brettanomycces).
    4. Guardar el vino en una cuba inerte y remover con la ayuda del BATONEADOR con cierta frecuencia hasta abertura aromática.
    5. Conservar entre 15 y 20 °C, durante el batonnage para evitar la sedimentación y que las lías se compacten demasiado.
    6. Utilización de las lías al final de la fase de estructuración del vino tinto a una dosis de 1al 5%.

  • Javier Says:

    Hola quisiera saber porque hay carbonico el vino que estoy criando en una barrica de allier,despues de cuatro meses de crianza. el vino se fermento en inox y llego al final de la fermentacion.
    Gracias,

  • admin Says:

    Hola Javier,
    No es muy anormal que tengas algo de carbónico en el vino después del tiempo que mencionas. Es por eso que se hacen trasiegos, para eliminar el carbónico del vino.
    Puede ser también quizá que las temperaturas de crianza sean muy bajas y o que haya cualquier actividad microbiológica sobre el vino que lo está generando.

  • Antonio Marín Says:

    Tus consejos son, lógicamente, profesionales y científicos, no digeribles ni utilizables por aficionados. Tengo una pequeña viña y llevamos unos años haciendo unos 500 litros de vino, nos sale clarete. La fermentación alcohólica la hacemos durante unos 8 días, luego trasegamos y mantenemos sin oxígeno hasta la menguante de enero, que lo pasamos a dos barricas. El vino nos quedó algo dulce, pero entiendo que 8 días de buena fermentación eran suficientes ¿deberíamos dejar sin oxígeno en la FLA, pero con salida gases?. Nos puedes aconsejar o indicarnos un buen libro para vino casero? Gracias

  • Iñaki Says:

    Hola Antonio,
    Veo que te gusta salsear y seguro que normalmente elaboras vinos fantásticos.
    Para controlar cuando debes descubar te aconsejo que compres un densímetro que te indicará aproximadamente cuando el vino ha terminado de fermentar y así corres menos riesgos de que se queden dulces. Por otra parte intenta vendimiar al amanecer o anochecer con temperaturas frescas y elaborar en un lugar fresco para que no suba excesivamente la temperatura del mosto y así minimizar el riesgo de paradas de fermentación.
    En cuanto a un libro sencillo puedo sugerirte:
    Título: TRATADO DE ENOLOGÍA (Dos Tomos).
    Autor: José Hidalgo Togores (Dr. Ingeniero Agrónomo y Enólogo).

    Título: TRATADO DE ENOLOGÍA de Ribereau-Gayón (Dos Tomos).
    Autores: Pascal Ribereau-Gayon, D. Dubourdieu, B. Doneche, A. Lonvaud, Y. Glories y A. Maugean (traducido al español).

  • Wenceslao Says:

    Hola, he hecho mi primer año vino, o vinagre, porque no sé lo que saldrá. Lo he tenido 8 días de fermentacion alcohólica, porque me dijeron que se tenía que tener hasta que no salieran burbujas, no se si será así. Ahora lo he transvasado a vasijas independientes porque no tengo un depósito grande, pero me he dado cuenta que me han salido unas garrafas mas turbias que otras. Mi pregunta es que si es mejor echarlo en un depósito sólo y si tiene que estar prácticamente cerrado. También me han dicho que tengo que añadir 6 gramos de metasulfito a los 100 litros.Añadir que me dejaron un medidor del azucar de mosto y tenía 16º. ¿Cuantos días tengo que dejarlo en las garrafas para sacarlo sin los posos? Gracias.

  • Iñaki Says:

    Hola Wenceslao,
    Te han aconsejado bien, cuando dejan de salir burbujas la fermentación está parada, pero no siempre quiere decir acabada.
    Ta aconsejo que compres un densímetro con una escala de 990 a 1100 con la tabla de equivalencias en grado alcohólico, para así saber con más precisión cuando el vino está seco y no le queda prácticamente azúcar.
    Si son pequeñas garrafas, probablemente en 10 días hayan decantado todos los posos.
    Un saludo

  • urbano Says:

    saludos:
    con respecto a la fermentacion malolactica , quisiera saber los parametros mas optimos para que se desarrolle, como pueden ser entre que ph se hace, que acidez total es la optima y que temperatura si hay algun parametro mas por favor dimelo .
    gracias

  • constante Says:

    Fermentación Maloláctica con el vino en contacto con el aire o cerrando el depósito.

  • Juan Mora Says:

    Hola, es la primera vez que elaboramos vino y la semana pasada acabo la FA de una parcela de Cencibel en la que elaboramos 1000 kilos, y el rendimiento a sido de unos 500 litros aproximadamente. Ya prensamos y todo y metimos el vino en barrica, aquí ya está haciendo mucho frío y donde lo tenemos igual por lo que creo que la malolactica no arrancará hasta la primavera, mi duda es si no arranca sigo moviendo las lias de las barricas hasta que arranque? y otra es si sulfito las barricas y espero a la primavera o bien si hay que dejarlas hasta esa epoca sin tocarlas, gracias

  • javi Says:

    hola!tengo una pequeña viña en la sierra de huelva y quisiera saber que hacer para quitar acidez y que sea algo mas dulce, me comentaron hace unos dias que se le podia echar azucar cuando esta fermentando pero no lo hice por que no me parecia buena solucion. es esta la solucion? o cual seria? gracias anticipadamente.

  • Enrique Says:

    He tenido problemas con la fermentación y el vino ha quedado dulce. Estoy pensando en realizar una segunda fermentación mediante levaduras adicionales. He localizado un producto que se llama “Fermol Rouge” y me gustaría conocer si hay un procedimento específico (alguno pasos previos) o simplemente echando la cantidad de levadura específicada es suficiente.
    Gracias

  • Iñaki Says:

    Hola Enrique,
    En principio sería interesante saber cuánto alcohol tiene el vino en este momento y que restos de azúcar te han quedado sin fermentar.
    Sería interesante añadirle algo de sulfuroso para evitar que bacterias o microorganismos no deseados puedan trabajar y finalmente añadir una levadura Bayanus previamente adaptada al medio.
    Adjunto protocolo de adaptación de levaduras para refermentaciones:
    Añadir 2 gr/Hl de SO2
    Añadir 20 gr/Hl de corteza de levadura al vino problema
    Productos a utilizar
    Levadura Bayanus 1 Kg.
    Protocolo para 3.000 Litros
    150 litros de agua
    150 litros de vino
    600 gr de Fosfato Diamónico
    600 gr de Micronutrientes para la levadura.
    Rehidratar los 1 Kg de Levadura con:
    10 Litros de Agua
    1 Kg de Levadura
    Añadir la levadura rehidratada a los 300 litros de Vino/Agua + Azúcar y esperar a que densidad sea PARECIDA AL VINO PROBLEMA alrededor de 12-18 horas.
    Mientras está fermentando el pie de cuba, es importante remontarlo con aireación con la finalidad de que se multiplique la levadura.

    Después preparar 300 litros de vino problema junto con 25 gr/l de azúcar y añadir a la mezcla anterior ya fermentando y volver a esperar unas 12-18 horas. DENSIDAD PARECIDA AL VINO PROBLEMA
    Transcurrido este tiempo Coger misma cantidad del vino problema e ir añadiendo a los 600 litros del vino fermentando. Cuando empiece a fermentar añadírselo al volumen total.
    Muy importante Una vez mezclada toda la masa el hacer remontados cerrados con el fin de homogeneizar todo el volumen.
    Procurar mantener siempre una temperatura de fermentación superior a 22ºC
    Buena suerte

  • gonzalo cuellar basante Says:

    serian tan amables,de recordarme,el criterio para sulfitacion de mostos,cuantos miligramos de metabisulfito de potasio se agregan,?,si es por cada 100 litros o mil litros?

  • roberto Says:

    hola me llamo roberto y tengo el vino de este año que se me ha quedado dulce ha estado hirviendo durante 3 meses mas o menos. ¿Como podria quitar el dulzor?.Mediante una segunda fermentacion forzada u otro proceso.Agradeceria ayuda.

  • Carmen Casquero Says:

    Hola :elaboro vino desde hace unos años ,pero este el vino no tiene ,sabor, está acido y no me gusta nada; creo que no ha hecho la fermentación maloláctica y como la temperatura es muy baja, querría saber que temperatura necesita para que se haga y si es conveniente que el recipiente este tapado hermético. Gracias Carmen

  • miguel ángel Says:

    Buenos días, soy un pequeño viticultor de la provincia de Granada. Comencé hace diez años a hacer mi primer vino con una pequeña viña de familia, de 50 cepas. La orientación de la viña era sur-norte (umbria); observé pronto que mis uvas cuando llegaba a su maduración que era muy tardía, ya se adentraban los primeros fríos de Octubre y tenía problemas a la hora de hacer la fermentación, es decir, se me paraba la fermentación, no había manera de hacer un buen vino. Asi estuve un par de años. Tenía otra pequeña finca con orientación contraria: Norte-Sur; sembré 120 cepas (tempranillo-100; merlot-20; cabernet-20). Sólo tuve que esperar al 2º. año, el caldo excelente, 7 días de maceración, sus correspondientes bazuqueos diarios, no le echo ni sulfitos, ni metabisulfito, ni nada de nada: uva madura, limpia, como las vasijas para hacer una manipulación correcta de la uva. He realizado un pequeño curso de enología,para adquirir algún conocimiento extra y no se lo cree el enólogo que me dice que, es imposible hacer un buen vino sin los componentes que necesita el caldo de la uva para hacer una buena fermentación. Saludos

  • manolo Says:

    Hola es mi primer año de elaboracion de vino y tengo una duda con rspecto a la malolactica, tengo clara la fermentacion alcoholica, cuando el densimetro me marque el momento debo descubar el vino y prensar, lo meto en un deposito de INOX sin oxigeno que me he comprado, y a partir de ahi debo clarificar el vino…pero es desde este momento que empieza la malolactica?, cuanto dura?,que me indica que el vino esta para ser embotellado si quiero hacer un joven? se debe dar a bajas temperaturas? debo hacer trasiegos de este deposito a otro para clarificarlo?

    Si pudierais ayudarme…Gracias.

  • Domingo Says:

    Hola me gustaria saber si se fermenta el vino a altas tempera
    turas, que podria pasarle. gracias

  • Angel Says:

    Tengo 20 l. De cavernet savingnon.al termiar de fermentar se me ha vuelto
    Agrio !porque!

  • Jose Luis Sánchez Herrera Says:

    Hola! me llamo José Luis,llevo haciendo vino unos cinco años en una viña de mi propidad alnote de Granada a unos 1100m. de altituud con una magnifica orientación y tierra, de unas 550 cepas, con la intención de hacer un buen caldo de dos años de roble y dos de botella. Pero tengo una duda que ma gustaria que me aclararas y que coincide con algunas aqui expuestas, pero que no le has dado contestación. Yo macero 20 días a temperatura controlada de uva tinta tempranillo y cabernet y despues del descube paso el caldo a depositos de 100 l. de acero inoxidable en una cueva donde la temperatura ronda desde los 17 a 20 grados como máximo en verano. En Abril despues de los correspondientes trasegados paso unos 500 litros a barricas de roble americano de 32 litros. Mi pregunta es: ¿Qué ocurre con la Malolactica en estas condiciones?. Le agradecería mucho que me aclarara este tema pues he leido bastante y no he encontrado una respuesta clara. Muchas gracias

  • Aida Says:

    Buenas tardes, mi nombre es Aida, y estoy aprendiendo ha elaborar vino con las viñas heredadas de mi padre. Hemos elaborado unos dos mil litros de vino haciendo la primera fermentación y trasegado el vino en prensa para la segunda fermentación maloláctica. Ya lleva dos meses y todavia no a perdido su dulzor, no sé que puedo hacer para salvar ese vino. Si me puedes indicar nos harias un favor. Gracias de antemano y espero su respuesta.

  • ruben Says:

    hola!!
    quisiera saber si lafermentacion se puede hacer a menos de 10 grados

  • carlos Reyes Says:

    Hola, pirfavor, me podrian decir si, estre mas azucar haya en el jugo de la uva, sera mejor para la fermentacion porfavor?

  • ivan de luca Says:

    Hola: Elaboré 110 litros de Malbec y hasta ahora vamos bien. Creo que ya está haciendo la maloláctica porque despúes de la FA bajó a 10-11° y ahora está en 22-24°, lo qué no tengo claro y no encuentro en la bibliografía que dispongo es cuándo hacer el trasiego y desborre para guardarlo durante el invierno. O sea: ¡cuando termina la malo?. Gracias.

  • MARCOS ARMANI Says:

    Sou apreciador do “Vinho Verde”, especialmente o tinto. Que por aqui é difícil de se encontrar.
    Há, no Brasil, quem afirme que o vinho é verde porque é feito de uvas colhidas ainda não maduras (verdes).
    Há outros que explicam que o vinho é verde porque foi engarrafado antes de completar o ciclo de fermentação. Ou seja, antes de sua fermentação estar “madura”. Daí apresentar o frescor da uva e borbulhas como se fosse um espumante e ser chamado de “verde”.
    Queira, por favor, esclarecer.
    Grato
    Marcos Armani

  • braulio perez rodriguez Says:

    se pueden mesclar dos mostos con diez días de diferencia entre la primer pisada y la segunda

  • admin Says:

    Hola Braulio,
    No sé si te refieres a mezclar durante la fermentación. En principio si es así deberías ver la densidad del mosto de la primera pisada, si la fermentación está muy avanzada es mejor no mezclar y cuando terminen las fermentaciones por separado entonces mezclarlos. Si al contrario estás en plena efervescencia de la fermentación, entonces sí.

  • santy Says:

    Hola. Es la primera vez que ago vino. Aqui estoi en un pueblo de las arribes del duero y lo e hecho tipo tradicional….pise las uvas y meti el mosto en barricas de barro y luego le agrege la llamada aqui “madre” son uvas quitadas del racimo y trozos de fruta…lleva cociendo y fermentando una semana….cuanto suele estar asi? Expliquenme que tengo que hacer a partir de ahora. Un saludo y gracias

  • Rafael Says:

    Buenas a todos, tengo un problema en mi vino del año pasado. Terminada la FML, el vino en cata tiene tonos muy ácidos, pero mi sorpresa es que al ver su ph es de 3,8. Me gustaría saber como modificar este sabor en vino terminado (bicarbonato potásico ó tartrato neutro?. Para este año, ya estoy controlando la acidéz con Ac. tartárico pues el mosto sigue siendo ph 3,7-3,8.

    Un saludo

  • Jose Martin Says:

    Tengo unos vinos de crianza hechas en roble francés, mas de 22 meses y están ajerezados. Han perdido mucho color y aromas.
    Cómo los podría arreglar?
    son vinos que han estado mucho tiempo en depósitos de acero y madera.
    ¿Alguien me podría indicar alguna solución?
    Gracias.

  • admin Says:

    Hola José,
    El problema es que con el tiempo el vino se ha oxidado. Tiene difícil solución por decirlo de alguna manera. El color perdido no tiene recuperación y el perfil aromático que ha tomado no tiene retroceso. Solo te queda poder mezclarlo en cantidades muy pequeñas con vinos de nuevas añadas, pero como te comento en pequeños porcentajes.
    Suerte

  • emilio Says:

    es bueno dejar el vino con el bagazo 4 o 5 meses

  • LEONARDO PEREZ Says:

    HOLA !! he leido todas las preguntas y tambien las respuestas y veo que todos tienen algun problema con la malolactica . YO les cuento como hago mis vinos organicos , solo uso levaduras de primera calidad para la fermentacion alcoholica tanto en tintos como en blancos , terminada esta entre un minimo de 10 a un maximo de 15 dias tanto en blancos como en tintos ,hago el descube y procedo a dejarlos en pequeños depositos que pueden variar desde los 10 a los 20 litros a la espera del inicio de la malolactica en ausencia de oxigeno , para lo cual uso trampas de aire . El inicio en algunas variedades es inmediato y en otras tarda unos dias y hasta dos semanas y en algunas directamente no presenta actividad ,en cuyo caso paso directamente al embotellado al mes , pevio desborre o eliminacion de los pozos . En aquellas variedades o tandas que presentan inicio de malolactica , esta puede durar desde unos pocos dias hasta casi un mes a temperaturas cercanas a los 20° , una vez terminada que es cuando la trampa de aire ya no tiene actividad procedo al desborre y embotello , ya que no uso tanques ni barricas , tampoco uso sulfitos ni conservantes , eso si las botellas estan previamente desinfectadas . Logicamente , yo manejo una produccion artesanal de 700 botellas y es mas facil controlar todo al detalle , sobre todo porque manejo diez varietales distintos en una zona de clima templado , como lo es la PATAGONIA ARGENTINA . Los vinos asi elaborados , son vinos que le encantan a los enologos que los han probado y cuando necesito darles un toque de madera recurro a los chips de roble , pero tiendo a hacer vinos sin paso por madera para conservar las caracteristicas del varietal y del terroir . ESPERO QUE ALGO DE ESTO LES SIRVA , ES MI HUMILDE VERSION DE LA ELABORACION DE MIS VINOS Y SON MUY PRECIADOS POR LOS PALADARES EXIGENTES , por supuesto es importante saber el punto optimo de cosecha y tener un refactometro , tambien un densimetro aunque no lo uso , me guio por la actividad visual y el olor desprendido de los pequeños bidones de fermentacion levemente tapados pero no cerrados para permitir la salida del CO2 .

  • Dani Says:

    Buenas,
    Yo como muchos de los que he leído por aqui, tango un viñedo para consumo própio. La question es que después de la FA le pusimos sulfitos (nos lo enseñaron así) y ahora no consigo que haga la Malo. Lleva desde enero en depósito y con una temperatura de unos 26-28 grados. Pensava que con el calor lo conseguiria pero de momento no.
    Alguna idea? Gracias

Deixe um comentário

* não será tornada pública