Como o prometido é devido, vou continuar com o tema que iniciei no post “Houston”, isto é, como fazer vinhos bons e rentáveis.
Considerando que o vinho deve ser elaborado na vinha e que é dela que saem os ingredientes do nosso futuro bom vinho, é necessário atender a quatro questões básicas:
a) Conhecer as parcelas mais adequadas para cada ingrediente
b) Conhecer bem as características dos ingredientes que formarão parte do lote
c) Como elaborar estes ingredientes na adega
d) Em que percentagem devem ser elaborados
Para rentabilizar as nossas elaborações devemos dominar a caracterização da vinha e elaborar o vinho em coerência com as características da matéria que recebemos na adega.
Como diz o provérbio, nem tudo o que reluz é ouro. Há vinhas que pelas suas características não podem ter produções elevadas. Pelo contrário, há outras que têm produções altas habitualmente. Existem vinhedos no mundo que com a passagem do tempo se adaptaram perfeitamente ao solo e ao clima em que se encontram, e ao mesmo tempo produzem vinhos com um equilíbrio perfeito de forma natural. Estes são os grandes vinhos do mundo. No entanto, a procura do mercado é muito superior à produção que estas vinhas podem dar.
Por este motivo, os enólogos devem também dominar a técnica da lotação. Que percentagem de um vinho vegetal ou herbáceo de alta produtividade pode entrar no vinho final? O domínio das lotações, as condições de uma boa lotação, que vinhos e em que condições devem ser lotados são assuntos que também devem ser tidos em conta pelos enólogos. Só assim conseguiremos fazer bons vinhos e rentabilizar as nossas adegas. São dois conceitos muito importantes: vinhos bons e rentáveis.
Pelo contrário, se todo o vinho for vinificado com a mesma receita, teremos bons e maus resultados na adega. E os maus resultados são caros, hoje em dia.
O bom vinho deve ser a combinação destes elementos:
a) Solos
b) Produções
c) Tecnologia de vinificação
d) Gostos do consumidor
e) O preço que o cliente está disposto a pagar por ele
E é nosso dever, como enólogos e como empresa, encontrar as chaves a todas estas questões e assegurar a sua reprodução no futuro. O cliente que nos escolhe pelo nosso estilo e perfil de vinho deve ter a segurança de que sempre lhe daremos o que procura. Desde um ponto de vista do marketing, é muito mais fácil e barato fidelizar um cliente que conseguir um novo.


Fevereiro 15th, 2010 at %I:%M %p
Hola! Muy buena la nota! te cuento que hago los vinos en casa… empezó como hobbie con un curso, pero ya es una pequeña empresita. Por ahora le vendo a conocidos y amigos, pero quiero hacer mi propia marca… El que quiera saber más… http://tinyurl.com/fwineinhouse un Abrazo
Fevereiro 21st, 2010 at %I:%M %p
Hola Julian, me gustaria que me informaras si puedes, como se empieza con una empresita como la tuya, hectareas más o menos,con cuanto dinero se tiene que empezar, cosas importantes a tener en cuenta,etc,etc, la verdad no tengo ni idea de este mundo, pero me atrae mucho quiza en un futuro quien sabe. Dandote las gracias de antemano,espero noticias en breve.
Gracias