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	<title>Oenoblog: juntos sabemos mas &#187; Vindima</title>
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	<description>enología, viticultura y marketing enológico</description>
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		<title>Controlos da maturação de precisão</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Sep 2011 12:50:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Iñaki Kamio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Enologia]]></category>
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		<category><![CDATA[Viticultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Na continuação do nosso post “Nunca é tarde se a vindima for boa” e atendendo às exigências dos mercados sobre o conceito “Total Fruit”, gostaríamos de fazer alguns comentários. Desde que existe a figura do enólogo que os controlos de maturação são uma prática habitual para determinar a data da vindima. Antigamente, as datas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.oenoblog.info/wp-content/uploads/Angulo-de-color-en-blancos.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1327" title="Angulo de color en blancos" src="http://www.oenoblog.info/wp-content/uploads/Angulo-de-color-en-blancos-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Na continuação do nosso post “<a href="http://www.oenoblog.info/pt/2011/07/nunca-es-tarde-si-la-vendimia-es-buena/" target="_blank">Nunca é tarde se a vindima for boa</a>” e atendendo às exigências dos mercados sobre o conceito “Total Fruit”, gostaríamos de fazer alguns comentários.</p>
<p>Desde que existe a figura do enólogo que os controlos de maturação são uma prática habitual para determinar a data da vindima. Antigamente, as datas de vindima eram marcadas conforme certas datas habituais, normalmente coincidentes com os santos padroeiros.</p>
<p>Mas os tempos mudaram, e hoje o objectivo dos controlos de maturação deve ser algo mais que o controlo da maturação industrial. Estes controlos devem-nos permitir definir com precisão o estilo de vinho que vamos obter com as uvas das parcelas a analisar.</p>
<p>Por isso devemos pensar em indicadores que nos permitam definir com precisão mais que a análise química da uva, as qualidades que vai ter o vinho procedente dessa uva.</p>
<p><span id="more-1315"></span></p>
<p>Durante estes últimos anos, avançou-se muito nas técnicas analíticas, principalmente em instrumentos que permitem fazer grandes quantidades de análises em pouco tempo e com pouco pessoas, como os instrumentos de infravermelhos, enzimáticos, etc. Mas avançou-se muito pouco na busca de novos e importantes marcadores que determinem as qualidades organolépticas do futuro vinho.</p>
<p>Sendo indicadores importantes o grau alcoólico, o pH ou a acidez total, o IPT ou as antocianas, devemos encontrar outra metodologia que nos oriente de forma industrial e fiável no potencial da uva que temos em cada parcela.</p>
<p>Podemos pensar que algum enólogo pode dizer que basta-lhe observar a vinha e provar as uvas para intuir o estilo de vinho que vai obter, mas isto só permite elaborar uma pequena quantidade de parcelas, quando a Península Ibérica tem a maior extensão de vinha do mundo.</p>
<p>Os controlos de maturação devem começar logo que acabe a fase do pintor. Inicialmente uma vez por semana e, mais tarde quando nos aproximamos da vindima, duas vezes por semana.</p>
<p>Estes controlos devem permitir-nos conhecer de uma forma integrada:</p>
<p>-        O vigor da vinha através de dados como o azoto assimilável, o volume do bago.</p>
<p>-        O grau Baumé deve ser integrado no conceito de carga em açúcar por dia. O importante não é o grau Baumé que tem a uva, o importante é conhecer a quantidade de açúcar que entra no bago por dia. O grau Baumé pode aumentar por evaporação (passificação do bago). Devemos conhecer se o grau aumenta por fotossíntese da planta ou devido a evaporação. Os resultados organolépticos são muito distintos, ainda que em ambos os casos alcancemos o mesmo grau.</p>
<p>-        A cor da película nos brancos. Definir o ângulo de cor preciso para cada estilo aromático.</p>
<p>-        Conhecer com precisão em cada zona para cada variedade qual é o período entre a maturação fisiológica e a maturação fenólica. Este parâmetro permite-nos vindimar com precisão no momento de fruta vegetal, fresca ou madura. Estes períodos não são iguais para um Tempranillo, um Merlot ou um Monastrell.</p>
<p>Portanto, se o objectivo é satisfazer as exigências do mercado actual “Total Fruit”, devemos esquecer conceitos clássicos como os santos do município, devemos integrar os dados analíticos na <strong>fisiologia da uva</strong>, e principalmente, não devemos deixar todas as nossas expectativas na levedura ou numa coinoculação que faça milagres. A fruta não está na levedura ou na bactéria, estes microorganismos só podem ajudar-nos a desenvolver o melhor potencial das uvas, mas se as uvas não tiverem potencial, não haverá resultados.</p>
<p>Bons controlos a todos.</p>
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		<title>O Glutatião, um amigo fiel da fruta</title>
		<link>http://www.oenoblog.info/pt/2011/07/el-glutation-amigo-fiel-de-la-fruta/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Jul 2011 11:25:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Xabier Kamio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Enologia]]></category>
		<category><![CDATA[Estágio]]></category>
		<category><![CDATA[Vindima]]></category>
		<category><![CDATA[fruta]]></category>
		<category><![CDATA[glutatião]]></category>
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		<category><![CDATA[vinho]]></category>
		<category><![CDATA[vino]]></category>

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		<description><![CDATA[Os benefícios do glutatião para a saúde humana foram já demonstrados, mas este antioxidante natural tem também virtudes interessantes em Enologia. O glutatião (GSH) é um tripéptido composto por três aminoácidos: o glutamato, a cisteína e a glicina. É um dos antioxidantes naturais próprios da uva e a sua concentração aumenta com a actividade enzimática [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[</p>
<p></em><em><a href="http://www.oenoblog.info/wp-content/uploads/images1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1293" title="glutation" src="http://www.oenoblog.info/wp-content/uploads/images1.jpg" alt="" width="192" height="192" /></a>Os benefícios do glutatião para a saúde humana foram já demonstrados, mas este antioxidante natural tem também virtudes interessantes em Enologia. </em></p>
<p><em><span id="more-1291"></span>O glutatião (GSH) é um tripéptido composto por três aminoácidos: o glutamato, a cisteína e a glicina. É um dos antioxidantes naturais próprios da uva e a sua concentração aumenta com a actividade enzimática glutatião-sintetase durante o processo de maturação do bago, além de existir uma correlação positiva entre a concentração do glutatião e o teor em azoto assimilável na uva. Mas não ocorre o mesmo com o cobre, já que adições deste próximo da vindima favorecem a precipitação do glutatião.</p>
<p>O glutatião existe de forma natural no mosto e a sua concentração pode variar, dependendo da casta, dos trabalhos na vinha, assim como da zona de cultivo, de pequenas concentrações até concentrações de 50 mg/l.</p>
<p>A evolução do glutatião durante a elaboração do vinho depende de muitos factores, mas um dos mais importantes é o estado oxido/redução do mosto. Durante o desengace-esmagamento e a prensagem da uva o oxigénio contacta com o mosto activando a actividade enzimática da polifenol oxidase (PPO) ou da lacase, no caso de ser uva afectada por Botrytis. Esta actividade enzimática com baixas doses de sulfuroso e na presença de oxigénio pode oxidar rapidamente os compostos fenólicos presentes no mosto. Um dos principais compostos fenólicos no mosto branco é o ácido cafeico, o qual é rapidamente oxidado pela actividade PPO ou da lacase, formando a quinona correspondente, e causando como consequência o futuro escurecimento do vinho. O glutatião actua sobre estas quinonas evitando a sua oxidação ao criar uma reacção conhecida como Grape Reaction Product (GRP), sempre que o teor inicial do mosto em glutatião for elevado.</p>
<p><em><a href="http://www.oenoblog.info/wp-content/uploads/realidad.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1296" title="realidad" src="http://www.oenoblog.info/wp-content/uploads/realidad.jpg" alt="" width="383" height="288" /></a></em></p>
<p>No início da fermentação alcoólica, durante a fase de multiplicação das leveduras, o glutatião desaparece quase por completo e aumenta novamente no final da fermentação. Esta variação deve-se ao facto do glutatião ser assimilado pela levedura no início da fermentação e libertado no fim, sendo a libertação do glutatião tanto maior quanto melhor for a nutrição inicial do mosto e durante a fermentação. O conteúdo em glutatião aumenta também durante o primeiro mês de estágio sobre borras. Os vinhos sobre borras são mais ricos em glutatião que os vinhos conservados sem borras.</p>
<p>Assegurar uma boa nutrição azotada da vinha, limitar a extracção de compostos fenólicos, proteger o mosto da oxidação, esperar uma fermentação alcoólica rápida, evitar o oxigénio dissolvido durante o estágio são factores importantes para aumentar o teor em glutatião.</p>
<p>Por outro lado, antes de engarrafar o vinho, tendo por objectivo preservar ao máximo os seus compostos aromáticos, além de se considerar os parâmetros habituais como a ausência de oxigénio e de fenóis ou o doseamento de sulfuroso, é importante ter um teor de 10 mg/l de glutatião.</p>
<p><em><a href="http://www.oenoblog.info/wp-content/uploads/vinificacion.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1297" title="vinificacion" src="http://www.oenoblog.info/wp-content/uploads/vinificacion.jpg" alt="" width="426" height="319" /></a></em></p></p>
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		<title>Nunca é tarde se a vindima for boa</title>
		<link>http://www.oenoblog.info/pt/2011/07/nunca-es-tarde-si-la-vendimia-es-buena/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Jul 2011 14:52:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Iñaki Kamio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Enologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vindima]]></category>
		<category><![CDATA[Viticultura]]></category>
		<category><![CDATA[vindimia]]></category>
		<category><![CDATA[vinho]]></category>

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		<description><![CDATA[Um ano mais, uma vindima mais, mas tudo se move ao nosso redor. Os mercados tornaram-se exigentes e não basta que os vinhos sejam bons: têm que ser excelentes e têm que ser recomendados boca a boca entre os usuários da internet, num mercado que já é global. Os vinhos devem ser construídos tendo por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.oenoblog.info/wp-content/uploads/vendimia-garlic-scissors.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1277" title="vendimia-garlic-scissors" src="http://www.oenoblog.info/wp-content/uploads/vendimia-garlic-scissors.jpg" alt="" width="299" height="238" /></a></em><em>Um ano mais, uma vindima mais, mas tudo se move ao nosso redor. Os mercados tornaram-se exigentes e não basta que os vinhos sejam bons: têm que ser excelentes e têm que ser recomendados boca a boca entre os usuários da internet, num mercado que já é global.</em></p>
<p><span id="more-1269"></span></p>
<p>Os vinhos devem ser construídos tendo por base o carácter frutado. Não basta dizer: “Que fruta tem este vinho!”, mas devemos elaborar sumos de vinho, com intensidade aromática, harmoniosos, maduros e persistentes.</p>
<p>A primeira questão que nos devemos colocar é:</p>
<p>O meu vinho responde ao que o mercado exige actualmente?</p>
<p>A segunda pergunta deve ser:</p>
<p>Qual é a estratégia da adega para esta vindima?</p>
<p>Uma parte da crise das adegas é devida à crise financeira que atravessa o mundo, mas a crise vitivinícola é anterior, e parte desta crise deve-se a enólogos e empresários do sector que não correm riscos, que não inovam. No entanto, nem todos sofrem a crise com a mesma intensidade e nem todos a resolvem do mesmo modo.</p>
<p>2011 pode ser o ponto de viragem na tua adega. Para que isso seja possível, sugerimos que consideres os seguintes aspectos:</p>
<p>Aproveita todo o potencial que tem a uva à entrada da adega.</p>
<p>Maximiza a tua atenção em cada parte do processo: maturação, recepção, extracção, fermentação, estágio e engarrafamento. Analisa os objectivos e a realidade em cada ponto, e certamente poderás responder ao que pede o mercado.</p>
<p>Em qualquer caso, nós estamos aqui para te ajudarmos a definir e a construir o teu vinho.</p>
<p>Vens?</p>
<div style="width:425px" id="__ss_8520871"> <strong style="display:block;margin:12px 0 4px"><a href="http://www.slideshare.net/AZ3Oeno/az3-oeno-vendimia" title="AZ3 Oeno vendimia" target="_blank">AZ3 Oeno vendimia</a></strong> <iframe src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/8520871" width="425" height="355" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe>
<div style="padding:5px 0 12px"> View more <a href="http://www.slideshare.net/" target="_blank">presentations</a> from <a href="http://www.slideshare.net/AZ3Oeno" target="_blank">AZ3 Oeno</a> </div>
</p></div>
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		<title>Tióis</title>
		<link>http://www.oenoblog.info/pt/2010/07/los-tioles/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 15:21:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Iñaki Kamio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Enologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vindima]]></category>
		<category><![CDATA[azufre]]></category>
		<category><![CDATA[nitrogeno]]></category>
		<category><![CDATA[racimo]]></category>
		<category><![CDATA[tioles]]></category>

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		<description><![CDATA[Aproximam-se as vindimas e novamente pomos nelas todas as nossas ilusões, confiantes em fazermos os nossos melhores vinhos. Para isto, devemos cuidar das nossas vinhas e proteger os cachos de possíveis doenças. Neste post quero deixar-vos algumas recomendações para potenciar o conteúdo em tióis das uvas (ainda estamos a tempo). As variedades tiólicas que podemos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/c/cc/Vendimia.png"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/c/cc/Vendimia.png" alt="" width="526" height="388" /></a></p>
<p>Aproximam-se as vindimas e novamente pomos nelas todas as nossas ilusões, confiantes em fazermos os nossos melhores vinhos. Para isto, devemos cuidar das nossas vinhas e proteger os cachos de possíveis doenças. Neste post quero deixar-vos algumas <strong>recomendações para potenciar o conteúdo em tióis das uvas</strong> (ainda estamos a tempo).</p>
<p>As variedades tiólicas que podemos encontrar na Península Ibérica são: Sauvignon Blanc, Verdelho, Syrah, Merlot e Garnacha. As parcelas devem ter um certo vigor, ou seja, não devem estar sob stress.</p>
<p><strong>Fertilização da vinha:</strong></p>
<p><em>Quantidades</em></p>
<ul>
<li>Nitrogénio:      20 unidades (Kg/ha) Total</li>
<li>Enxofre: 10      unidades (Kg/ha) Total</li>
</ul>
<p><em>Produtos:</em></p>
<ul>
<li>Nitrogénio:      Folur, Safe N 300, Azofol, Folwin</li>
<li>Enxofre:      Microthiol, Azos, Heliosoufre.</li>
</ul>
<p>Tenham em conta que em vinhos ecológicos a primeira linha de produtos não está permitida, mas o enxofre sim.</p>
<p><em>Protocolo:</em></p>
<p>Em três aplicações (6-7 unidades de nitrogénio e 3 de enxofre de cada vez).</p>
<ul>
<li>No início do      pintor.</li>
<li>Segunda      aplicação, uma semana mais tarde.</li>
<li>Terceira      aplicação, uma semana após a segunda.</li>
</ul>
<p><em>Diluição: </em></p>
<p>400 L/ha mínimo.</p>
<p>Aplicar preferentemente no final do dia.</p>
<p><em>Cor dos cachos:</em></p>
<p>Em função do perfil de cor da película das uvas, o tipo de fruta no vinho será distinto.</p>
<p><a href="http://www.oenoblog.info/wp-content/uploads/modo-aromatico.png"><img title="modo aromatico" src="http://www.oenoblog.info/wp-content/uploads/modo-aromatico-300x185.png" alt="modo aromatico" width="300" height="185" /></a></p>
<p>Os mostos devem ter um teor em nitrogénio assimilável  &gt; 170 mg/l.</p>
<p><a href="http://www.oenoblog.info/wp-content/uploads/nitrogeno.png"><img title="nitrogeno" src="http://www.oenoblog.info/wp-content/uploads/nitrogeno-300x214.png" alt="nitrogeno" width="300" height="214" /></a></p>
<p>Graficos:</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Onda de calor</title>
		<link>http://www.oenoblog.info/pt/2009/09/ola-de-calor/</link>
		<comments>http://www.oenoblog.info/pt/2009/09/ola-de-calor/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 10:11:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Iñaki Kamio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Enologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vindima]]></category>
		<category><![CDATA[calor]]></category>
		<category><![CDATA[vendimia 2009]]></category>

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		<description><![CDATA[Este verão tivemos uma onda de calor que se destacou mais pela sua duração que pela sua intensidade. Formam muitos os dias com temperaturas próximas de 40ºC. Isto provocou um adiantamento da maturação glucométrica entre 1 e 2 semanas em muitas regiões vitivinícolas da Península Ibérica, obrigando os enólogos a acelerar as previsões de vindima. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-299 aligncenter" title="uva seca" src="http://www.oenoblog.info/wp-content/uploads/uva-seca1.jpg" alt="uva seca" width="206" height="206" /></p>
<p>Este verão tivemos uma onda de calor que se destacou mais pela sua <span style="color: #990066;"><strong>duração</strong></span> que pela sua intensidade. Formam muitos os dias com temperaturas próximas de 40ºC. Isto provocou um adiantamento da maturação glucométrica entre 1 e 2 semanas em muitas regiões vitivinícolas da Península Ibérica, obrigando os enólogos a acelerar as previsões de vindima.</p>
<p>Nas regiões onde a vinha teve que suportar temperaturas elevadas juntamente com a falta de água, <span style="color: #990066;"><strong>a maturação glucométrica e a maturação aromática juntamente com a fenólica desfasaram-se muito mais que o habitual</strong></span>.</p>
<p>Por este motivo quero recordar algumas das questões que os enólogos colocam todas as vindimas e este ano talvez mais que em outras.</p>
<p>É importante considerar as <span style="color: #990066;"><strong>características da colheita e da região</strong></span>, da variedade e do vinho objectivo, e em função destes parâmetros definir:</p>
<p>Esmagamos ou não as uvas?</p>
<p>Maceramos os brancos?</p>
<p>Em tintos, macerações longas ou curtas?</p>
<p>Pré-macerações a frio ou termo-macerações?</p>
<p>Délestage, remontagem, Turbopigeur?</p>
<p>Atrasar a maloláctica ou iniciá-la quanto antes?</p>
<p>Estruturar os vinhos com taninos e madeira ou com os próprios taninos da uva?</p>
<p>Lotar com as prensas?</p>
<p>Certamente que em cada vindima temos oportunidade de poder fazer com cada tipo de uva coisas muito diferentes, obtendo distintos estilos de vinho.</p>
<p>Mas penso que a tendência maioritária este ano será:</p>
<p>Em brancos, limitar as macerações devido à elevada extractibilidade dos polifenóis ou actuar depois em consequência (absorção ou oxidação de polifenóis), e corrigir a estrutura e refrescar a gama aromática mediante o uso de leveduras e madeiras adequadas.</p>
<p>Em tintos de uvas desidratadas ou com bloqueio da maturação fenólica, macerações curtas e bem conduzidas favorecendo a extracção mais por dissolução (sulfuroso e enzimas) que por operações mecânicas de délestages e remontagens; forçando a extracção em fase aquosa mediante <span style="color: #990066;"><strong>macerações pré-fermentativas a frio</strong></span> ou a quente, para minimizar a extracção de taninos verdes e pirazinas, ou seja, o carácter herbáceo do vinho. Depois corrigir a gama aromática da estrutura mediante a utilização de madeiras e um bom tanino elágico ou proantocianídico. Certa sangria, se a uva vem de parcelas de produções muito altas&gt;12 ton/ha. Referimo-nos a uvas com uma maturação alcoólica de 12,5-13,5. Com uma concentração de 50 IPT.</p>
<p>Ter especial atenção à nutrição. Os níveis de NFA serão certamente muito variáveis, a sua correcta gestão será importante para ter fermentações constantes e completas. A fase exponencial quando bem controlada permite-nos conduzir bem a maceração e o desenvolvimento aromático dos vinhos.</p>
<p>Boa vindima para todos.</p>
]]></content:encoded>
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